Boas
Cheguei são e salvo, cansado, mas, atingi os objectivos a que me propus.
Os comentários que aqui foram colocados de alguma forma me foram uteis.OBRIGADO a todos.`
É claro, que há situações em que nós apesar de irmos concentradissimos na condução
nem sempre temos o dominio da máquina.

O meu PAVOR, era quando circulava em cima dos paralelos molhados, em Freixo de Espada a Cinta, quando me preparava para sair, eis que a chuva faz a sua aparição.Com a pressa de sair dali,que até era num sitio plano,dei um pouquinho de acelaração,e ...

logo a roda traseira patinou, tudo bem, sem consequências.

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Já em Penamacor, fui até ao castelo de mota, piso em paralelo e em subida ingreme.
Estava eu em visita calma, quando começou a chover, logo, foi de tirar umas fotos a fugir e sair dali o mais rápido, pois o meu MÊDO era o paralelo molhado e a ter que travar e a mota começar a escorregar por ali abaixo.Felizmente que me pirei a tempo de o piso ainda não estar molhado,foi um alivio.

Nas curvas, em geral nunca fui muito de travar, antes de as abordar já estava em desaleração e quando as curvava em geral ia a 30/40/50/60 kms/h, consoante os angulos e extenção das mesmas. Confesso que nalgumas me vi atrapalhado, tive algumas situações em que me preparava para as iniciar, e não me ter preparado para as curvar e aperceber-me que a velocidade, apesar de não exceder as acima citadas,fiquei de alguma forma

estava rápido para o meu gosto,toca de travar suave e quase, que parando junto ao risco do eixo da estrada.

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Sempre fui muito" medroso" a curvar, estou sempre a pensar no que se poderá encontrar dentro dessa curva( ver post do Mário Barbosa, que pena ele ter dado a sua
opinião já eu estava a 15 kms da Pampilhosa).Apesar de ser muito cauteloso,cuidadoso e meticuloso, não tenho o poder do dominio e como tal erro e desses erros também me atemorizo.O meu lema é o de; comprei a mota foi para andar a cavalo nela e não andar "deitado com ela".

Apesar de a bagagem não ser pesada, entendi rodar o regulador da suspenção para a posição standard, 8 clics.

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A Deauville, apesar dos mêdos,como circular em ditas estradas onde mal cabia um carro
e de ter curvas fechadissimas em descidas de inclinação acentuadas(Unhais-Piodão),
teve um comportamento espectacular,apesar do seu porte e peso foi de uma maneabilidade total.

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Confesso que quando decidi adquirir a Deauville, foi só com o intuito da sua capacidade
bagageira.Hoje, constato que a sua capacidade de conforto é impecável.O senão aquelas vibrações quando se puxa por ela, em especial quando se sai da 4ª para a 5ª,
depois normaliza.

Até fazer esta viagem,1.360 kms,saí de Santarém com 710kms e regressei com 2070 kms, as saudades pela Fazer, eram muitas, hoje a Deauville, conquistou-me e demonstrou-me que era a mota que se adpatava aos meus objectivos.Em suma, estou
satisfeitissimo com esta mota.O facto de desabafar com a venda dela, prende-se com situações laterais(preço combustiveis,seguro-€,e a alguns obstáculos que tenho dificuldade em entender).
Cá estou, e o como disse o João Almeida,DEVAGAR SE VAI LONGE, andei por estradas,
circulei dentro de localidades,cidades desconhecidas e cheguei com a minha mota sem mazelas, mas , com certeza de que ainda tenho muito para aprender na condução de
uma mota.

Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh,quando usava os travões, usava-os em simultâneo e sempre suavemente,portanto ainda continuo sem saber qual a reacção dela quando
tiver que travar os dois a fundo,se estanca logo ou ...

Um Abraço a todos.
atleta