PARTE 216 de Agosto de 2008 (Bilbao – Orleans (Saran Nord)) Um dia que se iniciou com ameaços de chuva que acabou por acontecer, nada demais mas o suficiente para levar a pensar que Sol, já só mesmo no regresso. Iniciou-se aqui um verdadeiro dia a “papar quilómetros” pois era AE atrás de AE. Neste dia, o cartão de crédito (para pagar as portagens) até fervia. Desde a saída de Bilbao até à N10 em França foi sempre a aviar cartão. Não perguntem quanto se gastou, perdemos a conta.
Áreas de serviço tornaram-se as nossas companheiras de viagem. Não sei em quantas parámos mas foram muitas.
Decidimos efectuar paragens de 180 em 180 Km, para descansar o necessário e atestar as motas.

As motas a sofrer constantemente a vistoria para ver se tudo estava em condições

Depois, AE, Área de Serviço, AE, Área de Descanso….


A seguir a umas das muitas portagens, decidimos descansar um pouco pois os Km já começavam a pesar e decidimos deixar-nos fotografar junto com um velho conhecido.


Chegada a Saran Nord à tardinha e com o corpo a pedir descanso. Mais uma etapa concluída mas todos motivadíssimos.
17 de Agosto de 2008 (Saran Nord – Londres)Este dia era suposto ser um dos dias mais calmos pois com a travessia do Eurotunnel, teríamos cerca de 1 hora de descanso. O destino deste dia seria um hotel em Londres.
Arrancámos de manhã (não perguntem as horas pois nunca saíamos à hora combinada) e a periférica de Paris não se mostrou nada complicada pois o trajecto tinha sido bem definido.
Um Área de descanso mais e fotos de grupo com estilo.


E eis as “Bilheteiras” para o Eurotunnel:

Aqui, toca a mostrar identificação e ver se não somos procurados pela Interpol.

Depois foi aguardar serenamente a entrada para o “Comboio”.
A passagem no Eurotunnel, assemelha-se em tudo ao andar de Metro. Tudo escuro no exterior com uma luzinha ocasional a passar na janela.
O Interior do “Comboio”, esse é um espaço amplo em que a comodidade é de acordo com a montada. Os “Comboios” são carregados pelas traseiras e a saída é feita no final da viagem pela frente.
Achámos bastante cómodo.



A partir daqui, adeus
€ e bem-vinda
£. Adeus circular pela direita e bem-vindo à confusão. Bem, confusão não, cerca de 1 a 2 dias de habituação.


Aqui a malfadada M25 arrebentou com todos os meus sentidos. Vinha cansado, a conduzir fora de mão (em relação ao que estamos habituados), as saídas não são por localidades mas por números de vias…enfim, em vez de um “zigue” fizemos um “zague” e isto custou-nos cerca de mais 1,5 horas de caminho e mais 100 a 120 Km.
Chegámos ao hotel já tarde e eu completamente perdido da cabeça.
Aqui um muito obrigado ao Luís por ter tomado a liderança pois eu já não sabia o que fazer à vida.
Amarrar as motas

E decidir onde marcar um hotel para a noite seguinte.
18 de Agosto de 2008 (Londres – Edimburgo)Já fiquei em Hoteis Etap em vários países mas o conceito de “Low Cost Hotel” em Londres foi levado ao extremo. Muito ruído, quartos com cheiros esquisitos, freguesia duvidosa….enfim, não recomendo (pelo menos naquele que ficámos).

O dia nasceu solarengo mas as previsões eram negras…e estavam certas. Enquanto elas foram marcar um valente pequeno-almoço no hotel ao lado (Ibis) eu e o Luís fomos comprar um impermeável (para o Luís).

Ó para o impermeável lindo

Quilómetros atrás de Quilómetros lá seguimos rumo a norte. Notámos que o alcatrão era substancialmente mais enrugado e rijo que aquilo que estávamos habituados o que levou a um cansaço adicional.
Mais uma área de serviço para um almoço e descanso bastante reconfortante.
Um vista do restaurante para a AE enquanto descansávamos

O restaurante

E finalmente entrada em terras escocesas e direito ao Hotel. Este era tipo pousada de juventude mas serviu muito bem os nossos intuitos. Cafezito nocturno para definir a volta do dia seguinte

Xixi e cama.