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Autor Tópico: Picos de Europa - 25 a 29/04/2007  (Lida 7311 vezes)
Mário Dias
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« Responder #15 em: Maio 02, 2007, 08:54:36 »

Olá a todos,


Foi uma viagem simplesmente espetacular e não tenho muitas palavras para descrever todas as emoções que sentimos,
um muito obrigado a todos pelas fantasticas ferias que tivemos, e em especial ao Manuel por me ter convencido a vender a Hornet e a comprar a Deauville, que me proporcionou uma fantastica viagem.

 A Todos um Grande Obrigado
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Mário Dias

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« Responder #16 em: Setembro 30, 2007, 10:07:14 »

O vossos cavalos nos estabulos, dá todo o sentido a "Riders". Lingua
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"As palavras são como um prego na madeira. Podemos retira-lo, mas o buraco fica lá." Eu.
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Antonio
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« Responder #17 em: Outubro 01, 2007, 10:29:07 »

Picos da Europa - Covadonga



A ser editado ao longo do tempo a caminho do Reino que alguns apelidam da Chuva da Montanha e do Mar.

A região das Asturias nos Picos da Europa é uma das regiões mais bonitas e acolhedoras de Espanha, marcam a diferença pela riqueza das suas tradições culturais e gastronomicas e acima de tudo pela diversidade de cenários que oferece, desde montanhas imponentes a praias e tudo o que disser sobre a chuva é verdade, chove muito nas Asturias e é por isso que conseguimos ver verde por todos os lados é o unico senão a razão para tal, nos Picos da Europa não existe propriamente uma estação seca, mesmo no Verão chove com alguma regularidade

O Diário da Viagem será daqueles que ficarão inacabados, porque iremos de tempos a tempos por lá voltar, o misticismo e o simbolismo do lugar, as paisagens, as pessoas, o companheirismo e a alegria na confraternização de ambos os lados da fronteira deixou marcas, chega-se neste momento á conclusão que nunca serão atenuadas porque 1º. andamos sempre na estrada 2º. Serão infindáveis as vezes que lá voltaremos.

Este companheiros, foi o nosso teste de fogo, sem grandes planos, organizado pelo nosso companheiro Manuel para uma viagem a solo, ainda a digerir o facto de termos formalizado o clube há 25 dias atrás, com uma quantidade de burocracia ainda para tratar ( acho que só lá para o fim do ano é que vamos conseguir tratar de tudo ) ou seja uma grande aventura que se iria preparar
A constituição do team foi feita rapidamente, e salvo um imprevisto de ultima hora do José Cravo que não pode juntar-se a nós lá se puseram a caminho .

Manuel Rezende e Leonor
Mário Dias e Manuela Dias
Pedro Lourenço e Elizabete
António Rodrigues e Ana

O ponto de encontro já habitual em Aveiras por volta das 19h30 vesperas Dia Liberdade uma 4ª feira 24 de Abril de 2007

Rumos ao Fundão para a casa de família do nosso companheiro Manuel Rezende,  talvez desde Fev.2007 que nos conhecemos, não impediu que a confiança fosse total, a divisão dos quartos e a ordem de banhos fez-nos sentir-nos como nunca tivéssemos saído de casa, este pequeno preambulo torna-se necessário para perceberem o que une os verdadeiros motard’s, uma disponibilidade total, sem grandes formalismos e com um espírito de perfeito á vontade permite que quatro Deauvilles se juntem sem ainda realmente se conhecerem.
O Dia Seguinte de manhã cedo que o dia para começar é pela fresca e assim nos pusemo a caminho ( a verdade que a palavra fresca veio mesmo a calhar).
O tempo apresentava-se cinzento, nada de especial para o que se avizinhava.
Feitos preparativos para o arranque agora sim ia começar a aventura aos Picos.
 Trajecto
Fundão - Picos de Europa - 663Km (611Km em AE)
Tempo estimado (sem incluir paragens) - 6H30  






A Viagem até aos Picos, quase se compara á passagem do Cabo das Tormentas, uma viagem que passa por sitios lindissimos foi feita sob intensa chuva, dizer intensa é favor, um diluvio, não houve oportunidade de tirar fotografias dos lagos, quando entravamos nos túneis suspiravamos de alivio, á saida dos tuneis viamos lagos enormes de grande beleza, logo de seguida eramos atingidos com tal força pela chuva que rápidamente nos esqueciamos da paisagem envolvente, uma viagem de estalo.





Chegada ao local de alojamento junto a Cangas de Onis, importa dizer que o GPS do Manuel um Garmin, não sei como aguentou tanta chuva, levou-nos impecavelmente ao local de dormida, e base para a visita aos Picos, um Hotel Rural no meio do campo, para chegarmos lá, até pareceu fácil através do GPS, um acesso que se faz por uma estrada que aparece no meio do nada, curvas e contra curvas algumas habitações pelo meio, passagens que mal dava para um carro e, lá chegamos ao local, importa referir que a Estrada acaba mesmo junto ao Hotel, o sossego é absoluto.

O verde e a chuva nos Picos é uma constante as motos bem lavadinhas chegaram ao destino sem problemas, não se constiparam e até lhes ser dada a guarida merecida fizeram companhia a um nuestro hermano que só aguentou lá mais um dia.



Depois de conquistado o objectivo era tempo de Desfraldar a bandeira



Veêm alguem com aspecto de ter feito 600 Km sob diluvio ?, a Deauville é uma grande máquina.



O Hotel escolhido é excelente



O 1º. Dia tinha terminado.



7h00 hora de Portugal todos fora da cama, ontem deixámos todo o vestuário a secar, a casa da caldeira apesar de ajudar, o tempo continuava a não ajudar, olhando pela janela, água por todo o lado sem excepção.



As imagens que associamos ao Paraiso, nos Picos da Europa muitos locais têm essa caracteristica, como tudo têm um custo, neste caso esse facto foi levado a sério por nós. Ponderámos os prós e os contras de fazer montanha, desfiladeiros, subidas, descidas e curvas com os riscos inerentes do tempo que fazia e dos obstáculos que iriamos encontrar.

O primeiro destino do dia, Covadonga, lugar de culto onde fomos primeiro prestar homenagem ao Visigodo Pelayo,



Visitar a famosa gruta onde os mouros foram derrotados, por crédito divino ou não a história por aqui fez-se á espadeirada, estou desconfiado que o nosso Afonso Henriques já veio daqui.



Ao crédito divino foi depois erigida um mosteiro que nos deixou completamente maravilhados.



A imponencia da pedra transmitindo uma robustez a todo o conjunto, deixa-nos a pensar que o hotel adjacente ao mosteiro teria sido tb uma boa opção, está perfeitamente integrado na paisagem como se repara no pormenor que anexo onde se vê parte das janelas e a escadaria que liga ao santuário.



A envolvencia das montanhas com o nevoeiro á mistura transporta-nos a niveis que difcilmente podemos explicar por palavras.



Estamos efectivamente num local com uma história riquissima para contar.



Era a altura de prestar homenagem ao local e aos homens, altura para momentos de paz e reflexão, aqui para quem teve uma educação cristã, será fácil entender.



A forma como a luz se espalha na pedra com uma tonalidade magnifica e, o silencio imposto, tudo se conjuga para que retardemos a saída.



Lá fora continuava a chover a prova de fogo tinha-se convertido num baptismo forçado e de que forma, na ausencia de razões para tal,



Fomos forçados a tomar uma atitude, não havia volta a dar e casa de apoio que chegasse, resolvemos adicionar mais uns adjectivos á figura do Deauvillista, grande pragmatismo recheado com doses de bom senso.

O que é o pragmatismo ? a definição da Wikipédia diz-nos que se caracteriza pela descrença no fatalismo e pela certeza de que só a ação humana, movida pela inteligência e pela energia, pode alterar os limites da condição humana. Este paradigma filosófico caracteriza-se, pois, pela ênfase dada às consequências -utilidade e sentido prático - como componentes vitais da verdade

Pois é isso mesmo os limites da condição humana se fossemos em frente estariam seriamente comprometidos no sentido mais negativo que podem imaginar.

Se repararem nas gotas de água ( constraste na camisola ) percebe-se perfeitamente que o diluvio iria continuar, nesta altura até um carro de bois seria uma boa opção. Mas o que não queriamos mesmo era fazer como muitos que por via das condições do tempo e a perigosidade dos caminhos associada se lançavam de cabeça ou desistiam a meio.

.

Apesar de nem todos sermos católicos praticantes o que iriamos fazer, e conscientes do facto, implicou algumas avés marias e um ou dois padres nossos de remissão. O peso no coração foi aliviado e já preparados para o passo que se seguia, não foi dificil chegarmos a acordo para o passeio do 1º. dia.





6º. Capitulo

Um pequeno intervalo, um pouco de musica para alegrar o ambiente.



Visitado o Santuario de Covadonga e a sua história deixada para trás, algumas compritas depois para levar aos que ficaram a cumprir o nosso dever que foi tomar conta dos que estão ainda dependentes de nós rumamos direitos ao almoço.



Um dos pratos principais nas Asturias é a fabada, feita á base de feijão branco, comemo-la, durante a estadia, varias vezes, cozinhada de varias maneiras é sempre um excelente manjar, usam e abusam dos condimentos e dos enchidos. Fomos sempre bem atendidos no sentido de que por exemplo neste local almoçamos numa sala arranjada propositadamente para nós, apesar do restaurante nas outras alas estar cheio conseguimos estar sózinhos ao que não é alheio o facto de sermos Portugueses e fazermos um esforço para nos fazer entender, nós proprios escolhemos onde quisemos ficar.



O trajecto seguinte dizia-nos LAGOS, e claro chuva e nevoeiro em doses suficientes, o trajecto todo ele foi surrealista.




Verde e Verde, Montanha e mais Montanha com água a correr pelas veredas e pelos desfiladeiros.




O Manuel e o Mário não se assustam e esticam um pouco as pernas, outros preferem levar a sério o conceito de armadura e não a despem chova raios e coriscos.




Por onde estamos a passar em determinadas alturas do Ano é deveras impressionante o numero de pessoas que por lá se aventuram, torna-se intransitável o caminho tanto que só é permitido a subida aos lagos por autocarro, aqui erámos só nós e as vacas



Mesmo com chuva e vendo nós agora as imagens, o sentimento que se acentuava é que iriamos lá voltar, isso com toda a certeza mas iamos no primeiro dia a sério nos Picos e muito havia para percorrer e o melhor ainda estava para vir.

E mais do que as palavras valem as imagens reveladoras do espirito inabalável de boa disposição.






Bem era altura de deixar estas paisagens para descermos um pouco e encontramos um tempo mais aberto. A viagem foi um autentivo rali animalesco, olhem para o Marku Allen no espelho, ele bem queria ultrapassar mas não lhe demos hipotese.



Iamos descendo e estas eram as imagens que nos iam aparecendo diante dos olhos.



Uma passagem pela vila Cangas de Onís ... novamente com o Pelayo em grande estilo



Tinha terminado o segundo dia nos Picos, amanhã tinhamos um itinerario bastante completo e tb muito interessante, Valdeon e o Rio Cares esperam-nos. A agua como destino, fica o verde e o nevoeiro que nos acompanhou durante o 2º. dia.




A nossa viagem no 3º. dia iria ser memorável, a chuva quase que desapareceu, o céu após duas horas de viagem ficou praticamente limpo, depois, as cores que nos surgiam eram de todos os tons. O que vamos ver não são só obras da natureza, o homem aqui tambem têm uma palavra a dizer.







O desfiladeiro de sella é uma obra de Engenharia Castelhana ;-).



Se repararem começámos a ver neve, afinal ainda estamos em Abril.





Era altura de uma foto de grupo e nada melhor do que aproveitar a companhia de estrada, os primeiros que encontrámos eram portugueses, Espanha e Portugueses nos Picos pelos vistos é uma constante.





A neve é mesmo uma realidade, o Manuel não resistiu, nesta altura já pensávamos que para a proxima o que faria falta era um 4x4 ou uma carrinha de 8 lugares, mas não abusemos....



Não faltava mesmo neve para alegrar a vista, estranho é não se ter visto nenhuma estância de ski em funcionamento, deve haver mas não as vimos.




Por entre o emaranhado de arvores ao virar de cada esquina ...



Não me canso de dizer meus amigos, o verde .... a água, Patricia temos aqui uma preparação para a Escócia, nos lagos um pouco acima só se esqueceram de arranjar um Loch Ness ;-).



A povoação e o lago que vemos e a porta de entrada é espectacular o do que os Picos nos podem oferecer aqui temos destino por excelência.



Já tinha visto em fotos, mas ao vivo é uma descoberta inolvidável porque quando só reparamos na figura na saída de uma curva, a envolvência com as montanhas o espaço em si, pessoalmente a visão do que me oferece é uma experiencia única. A antevisão do que se segue Garganta de Cares, com inicio em Valdeon é o passeio pedestre por excelência, pena ninguem ter trocado as chaves, unicamente porque não nos lembrámos, os motivos eram mais do que muitos para que nos esquececemos de tudo, devemos ter ficado por estas bandas ainda um bom bocado.



E quando digo ao vivo, é também na verdadeira acepção da palavra.




Daqui a pouco é hora de almoço, ainda só fizemos metade do dia e já demos por mais do que bem empregue a viagem. Respirem fundo porque ainda têm muito mais ver.



A fotografia de Grupo, temos que lá voltar ;-)

O caminho que vão ver é o que nos vai levar á Rota de Cares;



Estas curvas feitas ou vistas de qualquer maneira. Até no ecrã dá gozo vê-las.





Destino ;



Têm este nome devido ao Rio que a acompanha





O restaurante que nos serviu muito bem.



E desta vez um passeio a pé junto ao Rio



Um olhar para cima, espectacular esta povoação, apesar do caminho ser de dificil acesso, valeu a pena a deslocação, é hora de nos pormos a caminho.



Todas as rotas temos a oportunidade de as ver bem assinaladas ao longo do caminho.



O caminho a partir daqui era a subir,



e a fazer umas curvas





a continuar a apreciar as vistas e mais umas curvas, parecem iguais porque são todas iguais.



E andamos lá pelo Alto;



Mesmo no Alto



e mais uma volta,



para depois chegarmos a esta povoação de nome Potes.





Uma autentica casa de terror com no minimo mais de 500 anos ( alguem que me corriga )



saimos da povoação para Fuente De



e mais umas vistas se não nos enganámos esta é a povoação de Sotes.





Alguém ficou de fora. Obrigado Mário pela fotografia.



E assim termina o passeio mas ainda não tinha acabado o dia, tivemos sorte, a chuva deu-nos descanso, ficou lá longe.



E o jantar que nos estava reservado, não temos registo fotográfico, foi para recordar no futuro, mesmo junto ao hotel onde estavamos hospedados (fomos a pé), escolhemos uma cidraria onde comemos queijo das mais variadas qualidades, mais outras iguarias que pela excelencia do queijo e da cidra não me lembro, o interessante é que coincidiu com uma autentica festa, daquelas de estarem todos a cantar ao desafio, foi ouvir nuestros hermanos cantar e divertirem-se como ninguém, no fim fomos presenteados com um olé bem sonoro, derivado dos dotes de cantores do Manuel e do Mário e mais não digo Contente .

Mas antes disso ainda fomos ás compras, por pouco não se viu o par de sapatos mais estranhos que já passaram por Cangas de Onis, o visado conseguiu esconder-se depressa atrás do banco, olhem para ele a dizer, " só por palavras ou ao vivo, em fotografia vai-me dar cabo da reputação "  :lol:  .



Dia Seguinte, dia de partida para irmos ter com Jotam e Esposa

Aproveitar o fresquinho, que de manhã se começa o dia ainda tivemos que esperar um pouco,



houve umas dificuldades de ultima hora ;-)



Mas lá arrancámos para o nosso próximo destino, o tão desejado primeiro encontro "oficial" entre Deauvillistas Portugueses e Espanhóis.

Já tudo foi dito sobre a excelente recepção que o Jotam e esposa nos fizeram, só estamos á espera do dia em que possamos retribuir.



A foto de Grupo em El Fito e o que se avistava, quem nos tirou a fotografia de Grupo foi um senhor já de uma certa idade o qual ultrapassámos no caminho, ficamos completamente abismados com a capacidade de resistência do mesmo porque o apanhámos na subida e ainda é umas centenas de metros valentes até chegar a este ponto.



Destino seguinte Gijon

Antes da chegada a Gijon um local privilegiado com vista sobre a cidade, toda esta zona é cheia de recortes e, cada recorte é uma enseada onde se pode aproveitar para tomar uns banhos, a época não convida porque, o fato de banho em muitas deles é uma parte acessória íamos de certeza apanhar algum frio.



E a foto do Grupo



A entrada na cidade;



Onde estacionámos e, não aconselhamos porque não podem ficar lá muito tempo, tivemos que rapidamente nos pormos a caminho por influência digamos educativa da policia espanhola.



Com um pequeno periodo de descanso, com os nossos anfitriões a colocarem todo o sentido na palavra, bem vindos.



Passamos pelo equivalente ao Cabo da Roca o Cabo Peñas como diz o nosso amigo Jotam "el punto más septentrional de la Península", para lá chegarmos passámos Candás, Luanco.



a merecer um registo de video.



O destino seguinte a célebre Paelha de Lagosta, comemos num restaurante premiado com uma localização a lembrar o Cabo Espichel, junto a uma falésia. Foi mais barato do que teriamos pago num restaurante equivalente em Portugal mas isso não é novidade.
Já viram as fotografias, foram estes os responsáveis, de comermos e não chorarmos por mais, porque senão não conseguiamos depois fazermo-nos à estrada.



O destino seguinte Corunha já sem os nossos amigos que na totalidade fizeram mais de 200 Km para estarem connosco.



Uma cidade muito interessante, com um passeio marginal junto ao mar a merecer uma viagem.



vista do Ayuntamiento, Praça Central.



Com destino á Torre de Hercules onde encontrámos mais uma vez portugueses, neste caso do MCP.

Foi uma visita cultural que fizémos á cidade, a torre é interessante porque é o farol romano mais antigo do mundo e o único que se conserva ao serviço. Depois disso fomos almoçar umas ricas chuletas e um entrecot, para la chegarmos tivemos dois cartões de visita, do Manuel que o trazia indicado e do gerente, administrador do hotel, alguem com capacidade para, além de ser extremamente simpático, sabia falar português, deixar-nos estacionar as Deauvilles á porta da recepção debaixo da pala de abrigo da entrada, parece mentira mas foi verdade, os espanhois além da boa comida que têm, porque a têm, também sabem receber ;-). Fica o nome do Hotel que se chama Avenida porque é uma referencia se precisarem de lá ir, ainda lá jantámos com um preço muito em conta.



Altura de almoçar e de nos pormos a caminho para Santiago de Compostela, uma viagem sem história, muitas portagens, alguns controlos de velocidade com, o GPS do Manuel  a fazer a sua função e a mandar-nos para o meio do recinto histórico.



Feitas as despedidas porque alguem tinha que se pôr a caminho. E pronto meus amigos com o porto de abrigo localizado na zona de Covadonga fica a fotografia de quem conduziu as Deauvilles até aos Picos.



Até á próxima.

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Alexandre Neves
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« Responder #18 em: Outubro 03, 2007, 11:41:45 »

Fico com inveja, da boa, por não ter conseguido participar nesta viagem que estou certo ficou na memória de todos.

A qualidade das fotografias é excelente e só ajuda a aumentar a vontade de lá ir também.

Os meus parabéns aos "cavaleiros" não só por cada vez mais dar a conhecer este "pequeno" clube ao mundo mas também por demonstrar que assim é que se começam amizades duradouras.

Alexandre
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« Responder #19 em: Outubro 03, 2007, 13:43:35 »

Citação de: "Alexandre Neves"
Fico com inveja, da boa, por não ter conseguido participar nesta viagem que estou certo ficou na memória de todos.

A qualidade das fotografias é excelente e só ajuda a aumentar a vontade de lá ir também.

Os meus parabéns aos "cavaleiros" não só por cada vez mais dar a conhecer este "pequeno" clube ao mundo mas também por demonstrar que assim é que se começam amizades duradouras.

Alexandre


Alexandre, não te preocupes...no fim da viagem havia um desejo comum a todos os participantes...voltar com bom tempo e poder apreciar os lagos sem nevoeiro.
Por isso é normal que para breve se volte a organizar uma nova ida aos Picos da Europa, não prometo que seja em 2008 pois existem já uma série de projectos ambiciosos.

Como diz um amigo meu ...."uma Europa tão grande para ver e tão pouco tempo disponível"  :?

um abraço,
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« Responder #20 em: Outubro 03, 2007, 21:53:46 »

Olá,

Fotografiazecas essas de uns montitos e umas colinas. Mal se vêm. Uns laguitos aqui e ali...

Coisinha pequena essa dos "Picos"...

Vão ver o que são PICOS e MONTANHAS e CORDILHEIRAS quando voltar-mos da Escócia. Aí sim vão ver o que é bom para a tosse.

Agora tenho de ir pois tenho de mudar os pensos aos meus cotovelos. Ai que dôr. :?  :cry:

Um abraço,
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« Responder #21 em: Outubro 03, 2007, 22:58:03 »

Ola!
Parabens Antonio. O relato está a sair excelente. As fotografias que o acompanham sao quase surreais de tanta beleza natural.
Tenho visto fotografias da vossa viagem aos picos, e realmente são impressionantes. Quase nos deixam com vontade de nem dizer nada, apenas observar. A todos os nìveis, esta foi uma viagem de exploraçao, feita por exploradores! Parabens a todos!
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« Responder #22 em: Novembro 09, 2007, 16:55:27 »

Agora que o relato está completo só me resta dizer....

PARABÉNS ANTÓNIO

Está excelente. Contente  Contente
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Antonio
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« Responder #23 em: Novembro 09, 2007, 19:23:13 »

Obrigado a todos pelas palavras de incentivo, não foram desajustadas Contente vou colocar depois o ficheiro em PDF.

Abraços
António
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« Responder #24 em: Novembro 09, 2007, 19:40:44 »

Bem. Estou sem palavras. Merecia uma publicação em papel. Para mostar na FIL....
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